O que esperar da agenda ambiental de 2026 no Brasil?

Segundo análise publicada por Pedro Côrtes, na CNN Brasil, 2026 deve marcar uma virada importante: a agenda ambiental deixa de ser apenas regulatória ou reputacional e passa a influenciar diretamente o risco, a precificação de ativos e as decisões de investimento no país.

No campo jurídico, cresce a expectativa em torno da judicialização da nova Lei do Licenciamento Ambiental no STF. A ausência de decisões cautelares tende a ampliar a incerteza no mercado, afetando investimentos e projetos de infraestrutura, especialmente em setores como energia e mineração.

Na esfera econômica, o Sistema Brasileiro de Comércio de Emissões entra em seu momento mais sensível. Em 2026, o foco se volta à regulamentação infralegal, que definirá setores regulados, regras de monitoramento e governança. Para as empresas, o carbono começa a sair do discurso e a entrar efetivamente nas planilhas.

O ano também será marcado pelo debate político e pela cobrança dos candidatos em relação à agenda climática. Temas como a Moratória da Soja e a consolidação do RenovaBio devem ganhar destaque, com atenção especial à segurança jurídica, previsibilidade regulatória e impacto nos investimentos.

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Texto elaborado com base em artigo publicado na CNN Brasil: https://www.cnnbrasil.com.br/blogs/pedro-cortes/economia/2026-o-ano-em-que-a-agenda-ambiental-entra-no-preco-dos-ativos/“